Sexta com mais 93 curados e 36 casos da Covid

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Sexta com mais 93 curados e 36 casos da Covid

Marcos Antonio, do BrOnline com informações de Assessoria – A sexta-feira, 18, marca em Toledo a recuperação de mais 93 pessoas que contraíram o coronavírus e o total de restabelecidos agora está em 4.383 pacientes. O boletim da secretaria municipal da Saúde e do COE informa ainda mais 36 novos infectados pela Covid-19. O total registrado no município está em 5.227 casos.

DADOS ATUALIZADOS DA COVID

Toledo registra 53 mortes por coronavírus (29 homens com idades entre 38 anos a 93 anos e 24 mulheres com idades entre 31 anos a 93 anos). Os casos ativos em Toledo são de 791 pessoas que ainda não se recuperaram da Covid-19, (confirmados – recuperados). 270 pacientes aguardam resultado de teste da Covid-19 pelo Laboratório Central do Estado do Paraná (Lacen).  São 10.085 notificados (total de casos somando com descartados, em análise e confirmados) e 4.588 foram descartados. 11.996 pessoas fizeram testes rápidos, sendo 2.011 positivos.

LEITOS

A taxa de ocupação dos leitos de UTI, Ala Covid-19 está em (65,79%) nos dois hospitais de referência a Covid na microrregião. A 20ª Regional da Saúde informa que nesta sexta-feira, no Hospital Bom Jesus, em Toledo, a taxa está em (54,17%), dos 24 leitos de UTI, 13 estão ocupados. No Hospital Moacir Micheletto, em Assis Chateaubriand, dos 14 leitos, 12 estão com enfermos (85,71%). Dos 14 leitos de enfermaria, 02 permanecem ocupados (14,29%). Toledo tem 44 pacientes internados; 19 em leitos de UTI e 25 pessoas em leitos de enfermaria.

 

 

Casos de Covid-19 disparam entre trabalhadores rurais e aposentados

O aumento nos casos de Covid-19 em Toledo nas últimas semanas deixou as autoridades de Saúde preocupadas. Em termos gerais, houve crescimento de 27,96%, isto, o número de pessoas infectadas aumentou de 3.906 para 4.998, no período de 25 de agosto a 14 de setembro.

Este pico ficou acima da média em comparação a outros grupos. Entre os agricultores, por exemplo, o aumento foi de 233,33% no período, saindo de nove para 30 casos. Também foi registrado um aumento em outras quatro categorias: aposentados (179,41%, de 34 para 95 casos), desempregados (170%, de dez para 27), donas de casa (118,87%, de 53 para 116) e estudantes (107,14%, de 14 para 29).

De acordo com a médica do Comitê Técnico do Centro de Operações Emergenciais (COE) Gabriela Kucharski, a ascensão no número de casos entre estes grupos preocupa em razão da rotina mantida por cada cidadão. “São pessoas que, em teoria, não precisam sair tanto de casa ou circular por lugares onde há um grande número de pessoas. Isso nos faz crer que outras pessoas levam o coronavírus para seus lares ou que nas saídas esporádicas que fazem podem não adotar os devidos cuidados”.

Entre as pessoas que trabalham fora de casa na área urbana houve, no período de 20 dias, acréscimos significativos entre empresários (400%, de um para cinco casos), colaboradores de imobiliárias (1.200%, de um para 13), clínicas (200%, de seis para 18), escritórios de advocacia (idem), serviços financeiros (183,33%, de 12 para 34), supermercados (163,63%, de 11 para 29), empresas de varejo (163,63%, de 11 para 29) e restaurantes (70%, de dez para 17) e trabalhadores das áreas de entretenimento (120%, de cinco para 11), transportes (120%, dez para 22), construção civil (118,18%, de 22 para 48) e estética (83,33%, de 12 para 22). Autônomos (93,33%, de 15 para 29) e diaristas (91,67%, de 12 para 23). Também estão nesta lista os profissionais de educação física (quatro casos) e funcionários de laboratórios e farmácias (oito casos).

Apesar da profusão de casos em ambientes de trabalho, a transmissão laboral não é a principal “vilã da história”, pois 23% dos casos foram presumidamente contraídos nestas circunstâncias, mesma percentagem das contaminações domiciliares e metade (46%) da infecção comunitária - 1% foi em viagens e em 7% são de origem desconhecida.

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Fonte: Marcos Antonio - Com Assessorias

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